Em sua obra, Flusser explora questionamentos que vão além da fotografia, trazendo debates sobre o papel dos aparelhos na formação do pensamento e comportamento humano. Por meio de uma abordagem filosófica, é mostrado como a fotografia representa a troca da expressão verbal pela visual, influenciando na forma que pensamos a história e seus fatos. Assim, é realizada uma crítica a respeito de como a fotografia contribui para uma análise rasa dos acontecimentos e para a programação do receptor, o qual deixa de analisar e contextualizar sua realidade. Essa experiência passiva de recepção é tratada como causa de uma existência mecânica, em que o aparelho assume o papel protagonista perante o indivíduo. Dessa forma, é ressaltado como a fotografia experimental joga contra essa lógica, alterando as regras do programa e se voltando para a liberdade de pensamento.
Oie, eu sou a Anna! Tenho 20 anos e trago comigo um bocado de sonhos, além de uma trajetória acadêmica nada linear. Nascida e criada em Betim, comecei a estudar em BH a partir do meu ensino médio, quando ingressei no CEFET-MG. Na época, um tanto imatura e sem muitas definições futuras, me inscrevi para o curso técnico em Equipamentos Biomédicos, o qual trabalhava a eletrônica voltada para a área hospitalar. Pensei que por unir matérias de exatas à área assistencialista, seria o curso ideal para mim. Apesar de me interessar por algumas matérias, não cheguei a me encontrar lá dentro, mas ainda assim me formei. No entanto, o dilema me acompanhou durante minha escolha de graduação, e levada pelo meu desejo de assistir a comunidade, acabei entrando para a área da saúde. Passei em Odontologia na UFMG em 2021 e desde então, pude me conhecer melhor e entender que eu ainda não pertencia àquela trajetória. Sempre fui aquela estudante que queria abraçar o mundo, tudo me encantav...
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