Através da revisão do storyboard, foi pensado como seria possível tornar a obra mais interativa de forma a permitir que o espectador entendesse o poder de seus comandos sobre os não-objetos. Dessa forma, criou-se uma identidade sonora para cada peça, de modo que os sons se sobrepõem quando os objetos são manipulados ao mesmo tempo.
Oie, eu sou a Anna! Tenho 20 anos e trago comigo um bocado de sonhos, além de uma trajetória acadêmica nada linear. Nascida e criada em Betim, comecei a estudar em BH a partir do meu ensino médio, quando ingressei no CEFET-MG. Na época, um tanto imatura e sem muitas definições futuras, me inscrevi para o curso técnico em Equipamentos Biomédicos, o qual trabalhava a eletrônica voltada para a área hospitalar. Pensei que por unir matérias de exatas à área assistencialista, seria o curso ideal para mim. Apesar de me interessar por algumas matérias, não cheguei a me encontrar lá dentro, mas ainda assim me formei. No entanto, o dilema me acompanhou durante minha escolha de graduação, e levada pelo meu desejo de assistir a comunidade, acabei entrando para a área da saúde. Passei em Odontologia na UFMG em 2021 e desde então, pude me conhecer melhor e entender que eu ainda não pertencia àquela trajetória. Sempre fui aquela estudante que queria abraçar o mundo, tudo me encantav...
Comentários
Postar um comentário