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Caderno técnico

  Meu caderno técnico se inspirou em uma viagem exploratória pelos espaços da intervenção, buscando promover sensações físicas ao leitor através das imagens e aberturas no papel que remetem à integração dos usos da própria apropriação. O processo de criação foi por vezes exaustivo devido à inexperiência com as ferramentas de edição e o resultado final está longe do meu ideal, mas o caminho de enfrentamento para chegar até aqui já faz tudo valer a pena.  segredo: sentirei saudades de AIA <3

Vídeo final da intervenção

Link para o vídeo:  https://youtu.be/SJjRuZleAfo Através desse vídeo visamos abranger todos os aspectos espaciais e humanos do nosso projeto, mostrando como a intervenção abraçaria as diferentes necessidades iniciais do local.

Maquete Final!!!!!

  Maquete final de um grupo orgulhoso depois de muito choro e suor :)

Storyboard do vídeo final do projeto de intervenção

  Por meio deste storyboard, planejamos como o posicionamento da câmera traria o espectador para dentro do espaço, o inserindo nas sensações provocadas pela intervenção.

Desenvolvimento do projeto - ideias e processos

  Início da montagem estrutural da área e concepção de um formato inicial para o pavimento superior que também atuaria como cobertura para o depósito dos funcionários.  Testes com a rede para entendermos como tencioná-la a ponto de fazê-la caminhável, a tornando em um meio de acesso para o pavimento superior. Elaboração de brises para o fechamento/abertura do espaço dos funcionários e de uma escada para integrar o acessos das duas áreas. Estabelecimento da rede apenas enquanto espaço de permanência e criação de caixotes moduláveis para a horta. Mudanças realizadas na horta e no formato da escada, promovendo maior conexão entre os espaços. Criação de um novo formato de pavimento para deixá-lo mais orgânico com o acesso pela escada.     

Levantamento e modelo 3D do espaço

  Levantamento 3D do espaço Planta baixa Levantamento de medidas      A partir de medições realizadas fisicamente no espaço, foi possível modelar as dimensões da área no SketchUp. Tais levantamentos servirão de base para que possamos estruturar uma intervenção de forma proporcional e adequada à realidade do espaço.

Performance

  Link para o vídeo:  https://youtu.be/c6Tm1NrmnBg Esta performance foi pensada com o objetivo de materializar no corpo as sensações que o espaço nos provocava. Desse modo, através do movimentos individuais e em conjunto, visamos transmitir o sufoco e o excesso experienciados no local. 

Rede de Implicações revisada + o que promover

  Através de uma revisão, definimos melhor os elementos do espaço que provocam tais sensações a fim de facilitar a proposta de intervenção. Desse modo, foi possível entender que a área necessitava de uma maior integração entre seus usos e usuários, atraindo a apropriação do público através de conforto, interatividade e acessibilidade.

1ª Rede de Implicações do espaço escolhido

  Através da análise do espaço escolhido, elencamos as sensações que ele nos causava, relacionando estas aos elementos que as provocavam e às ações promovidas por elas. Dessa forma, foi possível notar como o excesso de objetos, a irregularidade do solo e a configuração do espaço contribuíam para uma sensação de sufocamento e confusão, apesar de possibilitarem uma abertura para diferentes usos e apropriações.

Espaços escolhidos na Escola para intervenção

 Espaços escolhidos para análise com base nos conceitos de Hertzberger: Fachada da Escola Museu do Aleijadinho Área de serviço externa + hortinha O espaço eleito pelo grupo foi a área de serviço externa devido à sua diversidade de usos e apropriações, possibilitando uma maior exploração de intervenções e propostas para os problemas do local.

Sintegração sobre conceitos de Hertzberger

  Através dos debates levantados com os colegas, pude perceber como os espaços visitados não chegam a explorar o potencial de suas características para além do funcionalismo. Analisando o caráter humano dos espaços, pude perceber como certos locais não se fazem convidativos para as pessoas, seja pelo acesso precário, pela ausência de acomodação ou mesmo pelas regras formais de apropriação que restringem a expressão do sujeito. Desse modo, a abertura para a interação por parte dos alunos se torna comprometida, já que a EAD como um todo é construída sob um caráter de neutralidade e rigidez, constituindo-se enquanto um espaço passivo e não ativo.

Stop Motion Não-Objetos Mágicos

Link para o Stop Motion:  https://youtu.be/U8-6SYuTnZU Através da revisão do storyboard, foi pensado como seria possível tornar a obra mais interativa de forma a permitir que o espectador entendesse o poder de seus comandos sobre os não-objetos. Dessa forma, criou-se uma identidade sonora para cada peça, de modo que os sons se sobrepõem quando os objetos são manipulados ao mesmo tempo.

2º Storyboard para os Não-Objetos Mágicos

Através da revisão do storyboard, foi pensado como seria possível tornar a obra mais interativa de forma a permitir que o espectador entendesse o poder de seus comandos sobre os não-objetos. Dessa forma, criou-se uma identidade sonora para cada peça, de modo que os sons se sobrepõem quando os objetos são manipulados ao mesmo tempo.  

1º Storyboard para os Não-Objetos Mágicos

  As cenas retratadas no storyboard traduzem a tensão visual e sonora que será transmitida no stopmotion. Através da utilização de diferentes ângulos, cria-se uma perspectiva de imersão para o espectador, o qual é levado para dentro da narrativa.

Objeto Paramétrico (individual)

    Através do objeto inicial projetado em grupo, parametrizei o meu de forma que o número de encaixes correspondesse ao número de lados da peça e que todas as formas possuíssem 8 peças de mesmas dimensões. A fim de oferecer uma estrutura inicial que convidasse à exploração, as figuras foram dispostas de forma simétrica e volumétrica, dando abertura a diferentes interações. A primeira imagem apresenta o objeto antes da pintura e da interação, e a segunda apresenta como este ficou após as intervenções dos colegas.

Objeto Paramétrico (em grupo)

      O objeto criado pelo grupo se baseou na abertura para a construção livre de figuras a partir de formas geométricas encaixáveis. Os parâmetros se distinguiriam a partir do número de peças, encaixes, dimensões e volume.

MHNJB: Exposição Arqueologia e Presépio do Pipiripau

         Dando início ao relato da experiência, é possível destacar o impacto artístico, histórico e cultural do Presépio do Pipiripau. Nesta obra, Raimundo Machado constrói múltiplas cenas que retratam a história da vida e morte de Jesus Cristo, as quais se entremeiam ao cotidiano da cidade construída pelo artesão. A complexidade dos cenários e a riqueza de detalhes provocam a imersão do espectador na atmosfera da obra, promovendo uma aproximação com a história que ali está sendo contada.     Trazendo outro tipo de exploração, a exposição arqueológica nos apresenta práticas e percepções indígenas através de uma coleção de vestígios históricos. Por meio dessa exposição, somos levados a conhecer como tais povos se relacionavam entre si e com a natureza, o que contrasta fortemente com o modo de vida atual, este moldado pelas visões dos colonizadores. Dessa forma, o visitante é levado a observar a história sob uma perspectiva cultural e espiritual, reflet...

Desenho de observação no MHNJB

 

Crítica Storyboard e Stop Motion

  Stopmotion: https://www.youtube.com/watch?v=m-ZMdY_y3uI        O stopmotion acerta ao brincar com a expectativa do observador através dos efeitos sonoros, trazendo diferentes interpretações das cenas apresentadas. Dessa forma, a comunicação entre imagem, efeitos e sons é bem executada, representando a descrição coesa do stpryboard. Entretanto, a transição que ocorre do modo retrato para o paisagem durante o vídeo acaba quebrando a conectividade e linearidade da composição, prejudicando a fluidez dos frames.

Crítica estruturada - GIFs animados

           A utilização de cores trouxe um maior impacto sensorial e imersivo para a animação, auxiliando na conexão entre os diferentes objetos.  No entanto, a última transição destoou do restante da animação, gerando uma quebra de identidade e continuidade. Apesar disso, tal recurso utilizado de forma mais intencional e definida poderia ser benéfico para a composição, aguçando o interesse do espectador.     O GIF trouxe uma movimentação interessante da figura, entretanto o fundo estático e o recorte geométrico da imagem acabaram empobrecendo a ideia de abstração da animação.