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Rede de Implicações revisada + o que promover

  Através de uma revisão, definimos melhor os elementos do espaço que provocam tais sensações a fim de facilitar a proposta de intervenção. Desse modo, foi possível entender que a área necessitava de uma maior integração entre seus usos e usuários, atraindo a apropriação do público através de conforto, interatividade e acessibilidade.

1ª Rede de Implicações do espaço escolhido

  Através da análise do espaço escolhido, elencamos as sensações que ele nos causava, relacionando estas aos elementos que as provocavam e às ações promovidas por elas. Dessa forma, foi possível notar como o excesso de objetos, a irregularidade do solo e a configuração do espaço contribuíam para uma sensação de sufocamento e confusão, apesar de possibilitarem uma abertura para diferentes usos e apropriações.

Espaços escolhidos na Escola para intervenção

 Espaços escolhidos para análise com base nos conceitos de Hertzberger: Fachada da Escola Museu do Aleijadinho Área de serviço externa + hortinha O espaço eleito pelo grupo foi a área de serviço externa devido à sua diversidade de usos e apropriações, possibilitando uma maior exploração de intervenções e propostas para os problemas do local.

Sintegração sobre conceitos de Hertzberger

  Através dos debates levantados com os colegas, pude perceber como os espaços visitados não chegam a explorar o potencial de suas características para além do funcionalismo. Analisando o caráter humano dos espaços, pude perceber como certos locais não se fazem convidativos para as pessoas, seja pelo acesso precário, pela ausência de acomodação ou mesmo pelas regras formais de apropriação que restringem a expressão do sujeito. Desse modo, a abertura para a interação por parte dos alunos se torna comprometida, já que a EAD como um todo é construída sob um caráter de neutralidade e rigidez, constituindo-se enquanto um espaço passivo e não ativo.

Stop Motion Não-Objetos Mágicos

Link para o Stop Motion:  https://youtu.be/U8-6SYuTnZU Através da revisão do storyboard, foi pensado como seria possível tornar a obra mais interativa de forma a permitir que o espectador entendesse o poder de seus comandos sobre os não-objetos. Dessa forma, criou-se uma identidade sonora para cada peça, de modo que os sons se sobrepõem quando os objetos são manipulados ao mesmo tempo.

2º Storyboard para os Não-Objetos Mágicos

Através da revisão do storyboard, foi pensado como seria possível tornar a obra mais interativa de forma a permitir que o espectador entendesse o poder de seus comandos sobre os não-objetos. Dessa forma, criou-se uma identidade sonora para cada peça, de modo que os sons se sobrepõem quando os objetos são manipulados ao mesmo tempo.  

1º Storyboard para os Não-Objetos Mágicos

  As cenas retratadas no storyboard traduzem a tensão visual e sonora que será transmitida no stopmotion. Através da utilização de diferentes ângulos, cria-se uma perspectiva de imersão para o espectador, o qual é levado para dentro da narrativa.